Revista Espirales https://revistas.unila.edu.br/espirales <p>Revista para a integração da América Latina e Caribe.</p><p>ISSN 2594-9721</p><p>Contato: revistaespirales@gmail.com</p> pt-BR Autoras/Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:<br /><br /><ol type="a"><ol type="a"><li>Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a <a href="http://creativecommons.org/licenses/by/3.0/" target="_new">Licença Creative Commons Attribution</a> que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.</li></ol></ol><br /><ol type="a"><ol type="a"><li>Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.</li></ol></ol><br /><ol type="a"><li>Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado (Veja <a href="http://opcit.eprints.org/oacitation-biblio.html" target="_new">O Efeito do Acesso Livre</a>).</li></ol> revistaespirales@gmail.com (Comitê Editorial Espirales) revistaespirales@gmail.com (Suporte técnico) Wed, 26 May 2021 16:40:04 -0300 OJS 3.2.1.2 http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss 60 APRESENTAÇÃO https://revistas.unila.edu.br/espirales/article/view/2866 Rodrigo Abi-Ramia , Renata Peixoto de Oliveira Copyright (c) 2021 Revista Espirales http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unila.edu.br/espirales/article/view/2866 Wed, 26 May 2021 00:00:00 -0300 A COLONIALIDADE E A PANDEMIA: https://revistas.unila.edu.br/espirales/article/view/2798 Gabriela Sarmet, Thyago Céu Copyright (c) 2021 Revista Espirales http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unila.edu.br/espirales/article/view/2798 Wed, 26 May 2021 00:00:00 -0300 GÊNERO E PANDEMIA: https://revistas.unila.edu.br/espirales/article/view/2790 <p>Com a eclosão da pandemia do coronavírus, os Estados buscaram medidas para proteger seus cidadãos como o fechamento de fronteiras, isolamento domiciliar, aprovação de decretos emergenciais, dentre outros. Todavia, paralelamente, a mulher nunca esteve tão vulnerável, em abril do último ano, mais da metade da população estava vivendo em confinamento. A ONU Mulheres alertava acerca do reflexo da pandemia sob os grupos estruturalmente vulneráveis. A chamada “Pandemia das Sombras” buscava atenção, principalmente, para os tipos de violência contra a mulher. Contudo, apesar do aumento no número de denúncias, estima-se que há uma quantidade ainda maior de vítimas ocultas, que não denunciam a violência que sofrem por medo, impotência e desapoio.</p> Virgínia Coutinho de Barros Copyright (c) 2021 Revista Espirales http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unila.edu.br/espirales/article/view/2790 Wed, 26 May 2021 00:00:00 -0300 PERSPECTIVAS DE GÊNERO SOBRE A FACE DA PANDEMIA: https://revistas.unila.edu.br/espirales/article/view/2774 <p><strong>Introdução</strong></p> <p>Até o fechamento desta pesquisa, o Brasil alcança a média móvel de 2.152 mortes em 24hrs – a maior já registrada desde o início da pandemia (G1, 2021). Enfrentamos uma crise sanitária e humanitária apontada com a maior dos últimos cem anos; a interrupção de trabalhos, o aumento de pessoas em situação de subemprego, a intensificação da violência de gênero, a normalização da morte e a fome de volta para a mesa de muitos – sobretudo da parcela da população mais vulnerável – fora alguns dos reflexos cruéis da resposta defasada e insuficiente dos estados-nação à pandemia. É importante pontuar, portanto, que nossa atual conjuntura e uma grande parcela de sua letalidade repousam na essência do sistema capitalista. Este sistema é responsável por cultivar condições para que essa crise - costurada à outras demais - se dissemine no seu mais profundo grau, fomentando a barbarização da vida e da natureza.</p> <p>A origem do novo coronavírus, e de outros vírus de nosso recente século, possuí um vínculo frontal na relação entre indivíduos e natureza que interagem sobre a base desta estrutura hierarquizada e opressora. A gradativa penetração do capitalismo nos sistemas naturais, através do esgotamento de solos, saque e pilhagem de recursos naturais das terras originárias por meio da prática (neo)extrativista e o envenenamento processual da água e do ar, são responsáveis por criar brechas nos ecossistemas, o que possibilita as epidemias emergentes que, assim como a mudança climática, são de origem antropogênica. O capital consome e explora em total descaso, sem considerar a desaceleração ou os impactos da poluição e de emissão de gases do efeito estufa, produzindo efeitos colaterais, sobretudo, aos povos marginalizados do Sul Global. É indubitável que esta pandemia é o desenlace da perpetuação da guerra do capital contra a natureza e, portanto, da guerra do capital contra os corpos plurais e diversos de mulheres ao redor do globo.</p> <p>A incerteza de natureza irrestrita, que se soma ao acúmulo da crise do sistema multilateral, da democracia, da saúde pública mundial, da economia e da natureza, nos coloca no cerne do que se desenvolve em uma extensa crise metabólica. Ainda que a pandemia tenha nos afetado universalmente, esse fator não significa, por condição, que nos atravessou de forma democrática e imparcial. Nesse sistema substancialmente patriarcal e racista, a vulnerabilidade e precarização das vidas é seletiva. O presente ensaio pretende, portanto, realizar uma reflexão sobre a relação entre gênero e natureza frente a atual pandemia do COVID-19 à luz da perspectiva ecofeminista marxista, dessa forma utilizar-se-á o método de pesquisa qualitativa e o materialismo histórico. A partir disto, busca-se compreender a importância da consciência ecológica de gênero e como a atual crise ecológica e sanitária reverbera sobre mulheres.</p> <ol> <li><strong> ECOFEMINISMO MARXISTA: A RELAÇÄO HIERARQUIZADA DO CAPITAL SOBRE MULHERES E A NATUREZA</strong></li> </ol> <p>Fomentada pela lógica dos conquistadores e do exercício de seus imperialismos, durante séculos – e até os dias atuais – a lógica colonialista ocidentalizada passou a reger nossos modos de governo e o formato de estruturação de nossas sociedades em sociedades capitalistas. O padrão de cumprimento civilizatório antropocêntrico, patriarcal, monocultural e do agronegócio promoveu a dominação da natureza, o apagamento das relações da figura do ser-humano e a sinergia com o meio ambiente e a hierarquização das explorações. Sua dinâmica altamente destrutiva, de mercantilização de todos os ramos de nossas vidas, de expansão a qualquer custo, tem minado, aceleradamente, uma crise ambiental e climática terminal; sobre as quais não temos dimensões anteriores na história.</p> <p>Os marcadores de gênero, construído e nos embutido socialmente, são atravessados pelas relações de poder (SAFFIOTI, 2015), sobre as quais o homem figura-se no papel da centralidade, da autoridade e do domínio sobre tudo aquilo que pensa que o pertence de forma material e mercadológica, como as mulheres e a natureza. O sistema capitalista, baseado na separação de seres-humanos, e na superioridade sobre outras espécies, corroborou para a justificação do domínio <em>comoditizado</em> sobre a natureza. Portanto, o patriarcado capitalista objetiva a natureza como matéria inerte e as mulheres como seres passivos, as quais naturalmente carecem de racionalidade superior e que ocupam trabalhos marginalizados e precarizados, ocupando-os sem nenhuma garantia de seus direitos.</p> <p>Assim como aponta Salleh (1992), as imagens patriarcais de gênero estão imersas em instituições sociais que coligam as mulheres aos eixos “feminino-emocional-caótico-obscuro-natureza”. Dessa forma, afirma:</p> <p>Nas culturas patriarcais, os homens gozam do direito de explorar a natureza do mesmo modo que exploram as mulheres [...] O trabalho e a sexualidade das mulheres, por este meio, são utilizados pelos homens de maneira similar de como exploram a natureza [...] corroborando para as noções patriarcais que pautam nosso corpo (Salleh, 1992, p.90-91, tradução nossa)</p> <p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; As mulheres são, portanto, portadoras de um papel socialmente originado da sociedade de classes, da propriedade privada e do Estado (ENGELS, 2010). Por este meio, a mudança no papel exercido por mulheres ocorreu por meios de violências estruturais que cumprisse a função de domesticação a uma conduta de exploração do trabalho pautado pelo gênero e vinculada a dominação de classes. O sistema de dominação patriarcal baseado na divisão sexual do trabalho, costurado aos marcadores raciais e de classe, ataram as mulheres, sobretudo indígenas, campesinas, negras, quilombolas e de identidade originária, a maior parte da força de trabalho rural; ao mesmo tempo em que se tornaram as principais responsáveis pelo trabalho de reprodução social. Devido seu papel central em promover a alimentação, a vestimenta e o abrigo para os seus, as mulheres, como apontam Arruzza, Bhattacharya e Fraser (2019) “representam a parcela descomunal no trabalho de lidar com a seca, a poluição e a superexploração da terra˜, sendo forças centrais de resistências concretas a este modelo reprodutivo de expansão do capital e encontrando-se, na maioria das vezes, nas linhas de frente na luta contra a crise climática, crise ambiental, racismo ambiental, a consolidação de uma soberania alimentar e o reconhecimento das mulheres e da natureza como um ser de direitos.</p> <ol start="2"> <li><strong> MULHERES E NATUREZA FRENTE A PANDEMIA DO COVID-19</strong></li> </ol> <p>A pandemia de Covid-19, ao qual passamos a enfrentar na América Latina a partir de fevereiro, escancarou a realidade: o desastre do mundo capitalista. Se hoje enfrentamos uma crise ecológica, ambiental e sanitária, diretamente ligada ao capital, é importante ressaltar que as camadas dessa crise também reproduzem e agravam a opressão de gênero, que se norteiam com o componente de classe e de raça no processo de sobreposição de violências das dominações existentes, e da superexploração da natureza. Como afirma Fernandes (2020), o capitalismo é um sistema que gera contradições que geram crises, lidas como “meras interferências” a sua estrutura. A pandemia do covid-19 portanto acelera os impactos da profunda crise estrutural do sistema capitalista, ampliando processos de violência estatal, expropriação de direitos, incêndios criminosos promovidos pelo agronegócio na Amazônia, Cerrado e Pantanal, além da desterritorialização e cerceamento de direitos dos povos indígenas. Desta forma,</p> <p>O enorme impacto ambiental de nossa era não é resultado de simples ação humana, mas da ação humana no sistema capitalista. Se o capitalismo é um sistema de acumulação contínua, essa acumulação tem que ser baseada em algo; no caso, na exploração da força de trabalho e dos materiais da natureza (FERNANDES, 2020, p. 81-82).</p> <p>Como o capitalismo opera enquanto sistema global, diante destes momentos de crise tende a pressionar mais ainda a classe trabalhadora, intensificando profundamente a precarização do trabalho e da própria vida (Paim, 2020). Essa precarização também é um formato de alavancar a violência contra mulheres, cis e trans, sobretudo de grupos étnicos minoritários, através da invisibilização, do descaso promovido pelo governo federal, a materialização da violência doméstica e a normalização da destruição da natureza e dos lares e corpos dos povos tradicionais, em uma ação puramente genocida.</p> <p>As formas de violência contra mulheres continuam sendo decorrentes das relações entre patriarcado e capitalismo. Como afirma Frederici (2017), a guerra contra mulheres é condição necessária para a existência do capitalismo em qualquer conjuntura; a divisão sexual e racial do trabalho conjura as mulheres em um eixo de raízes de exploração e opressão que as confina, dentro da violência estatal, ao trabalho reprodutivo. Os efeitos colaterais das crises do capital e a constante intensificação da destruição da terra são sentidos de maneira singular pelas mulheres, não pela essência feminina, mas pela relação hierarquizada nos imposta pelo capital de prover, reproduzir e cuidar.</p> <p><strong>Considerações finais </strong></p> <p>O pensamento e a práxis ecofeminista foi responsável por revelar as conexões das crises ambientais e climáticas com a deterioração da condição de vida das mulheres, sobretudo do Sul Global, demarcando como gerar uma consciência ecológica de gênero nas próprias análises feministas, inclusive no feminismo marxistas, era um fator de grande importância para compreensão do papel das relações hierárquicas e de opressão, e de como a libertação das mulheres também envolve a libertação da natureza.</p> <p>O papel das mulheres na resistência e na luta pela preservação das terras, pela justiça ambiental, asseguração de direitos básicos – como a moradia e a alimentação –, além de serem grandes articuladoras de redes e casas de acolhimento e solidariedade, cozinhas coletivas, atuando como lideranças políticas nos seus campos, aldeias e nas favelas. É luta é travada por mulheres, desde a linhas de frente do combate ao covid-19 à sobrevivência e autonomia de gerir sua própria vida; não ficamos paradas, nem mesmo frente a crise sanitária e humanitária que enfrentamos, nos movimentamos.</p> <p>O futuro imediato não parece nem um pouco promissor, principalmente para as mulheres, as quais sofrem mais duramente as consequências das crises do capital. No entanto, a luta das mulheres pelo viés coletivo e solidário levanta esperanças de que a libertação de nossos corpos, e da natureza, poderá se tornar possível através da luta marxista e ecossocialista.</p> Alyssa Ribeiro Perpeto Trotte Copyright (c) 2021 Revista Espirales http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unila.edu.br/espirales/article/view/2774 Wed, 26 May 2021 00:00:00 -0300 AMAZÔNIA GENERIFICADA E RACIALIZADA NA PANDEMIA: https://revistas.unila.edu.br/espirales/article/view/2768 <p>Diversos grupos sociais estão enfrentando uma “cronificação” de suas vulnerabilidades com a pandemia de COVID-19, contribuindo para o aumento das desigualdades socioeconômicas em todo o globo. Entre esses grupos, estão populações tradicionais que vivem na floresta amazônica: uma região historicamente atravessada por políticas anti-indígenas e desapropriação de terras, práticas de exploração que seguem padrões coloniais e agora, com a pandemia em curso, um reforço da violência estrutural que cruza a política, relações econômicas, sociais e institucionais da região com o restante do Brasil, bem como com a sociedade internacional (Castro, Lopes e Brondigio, 2020). Este texto visa dar um vislumbre do cruzamento de elementos da realidade amazônica na pandemia. Notamos que a região costuma ser alvo de interesse internacional como um “patrimônio mundial que precisa de proteção”, mas raramente é vista pelos contextos vividos pela população local e, principalmente, pelos efeitos da dinâmica global na região.</p> Brenda Thainá Cardoso de Castro, Matheus dos Santos da Silveira Copyright (c) 2021 Revista Espirales http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unila.edu.br/espirales/article/view/2768 Wed, 26 May 2021 00:00:00 -0300 TRABALHO SEXUAL E COVID-19: https://revistas.unila.edu.br/espirales/article/view/2769 João Soares Pena, Fernanda Priscila Alves da Silva Copyright (c) 2021 Revista Espirales http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unila.edu.br/espirales/article/view/2769 Wed, 26 May 2021 00:00:00 -0300 ¿EL CAPITAL O LA VIDA?: https://revistas.unila.edu.br/espirales/article/view/2779 Mishell Geoconda Pavon Abalco Copyright (c) 2021 Revista Espirales http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unila.edu.br/espirales/article/view/2779 Wed, 26 May 2021 00:00:00 -0300 A COVID-19 E O MUNDO DO TRABALHO NA AMÉRICA DO SUL: https://revistas.unila.edu.br/espirales/article/view/2759 Rafael de Moraes Baldrighi, Carla Thayná Tavares Guerra Copyright (c) 2021 Revista Espirales http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unila.edu.br/espirales/article/view/2759 Wed, 26 May 2021 00:00:00 -0300 CONDIÇÕES DE SUPEREXPLORAÇÃO DO TRABALHO NA PANDEMIA: https://revistas.unila.edu.br/espirales/article/view/2789 <p><span style="font-weight: 400;">O presente artigo busca discutir a superexploração do trabalho na América Latina, mais especificamente o caso brasileiro, na conjuntura do COVID-19. Nesse artigo, analisamos as condições atuais dos trabalhadores informais e como esses trabalhadores passam por uma ampliação da exploração, visto que muitos exercem serviços que são considerados essenciais, como o trabalho em aplicativos de alimentação e transporte, mas o salário continua baixo e as horas trabalhadas, cada vez maiores.</span></p> Andreza Ramos Sant’ana Copyright (c) 2021 Revista Espirales http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unila.edu.br/espirales/article/view/2789 Wed, 26 May 2021 00:00:00 -0300 REFLEXÕES SOBRE A COVID-19: https://revistas.unila.edu.br/espirales/article/view/2772 <p>Não é necessário resumo para os textos deste dossiê, conforme chamada anunciada no site da revista.&nbsp;</p> Thiago Luz, Andressa Caroly Copyright (c) 2021 Revista Espirales http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unila.edu.br/espirales/article/view/2772 Wed, 26 May 2021 00:00:00 -0300 MEDIDAS HOMOGENÉAS PARA SOCIEDADES COLECTIVAS: https://revistas.unila.edu.br/espirales/article/view/2770 <p>Dossiê especial sem necessidade de resumo.&nbsp;</p> Daniel Porcel Copyright (c) 2021 Revista Espirales http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unila.edu.br/espirales/article/view/2770 Wed, 26 May 2021 00:00:00 -0300 ELEIÇÕES, PANDEMIA E PROTOCOLOS: https://revistas.unila.edu.br/espirales/article/view/2794 Danillo Rafael Batista, Bruna Pires de Lima Copyright (c) 2021 Revista Espirales http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unila.edu.br/espirales/article/view/2794 Wed, 26 May 2021 00:00:00 -0300 IMUNIZAÇÃO NA PERIFERIA DO GLOBO: https://revistas.unila.edu.br/espirales/article/view/2750 Ian Rebouças Batista, Marliene Ruth Guedes Copyright (c) 2021 Revista Espirales http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unila.edu.br/espirales/article/view/2750 Wed, 26 May 2021 00:00:00 -0300 LA RUPTURA DE LA EDUCACIÓN DIGITAL EN LATINOAMERICA EN MEDIO DE LA CRISIS DEL COVID-19 https://revistas.unila.edu.br/espirales/article/view/2625 Cesar Steve Reina Rodríguez Copyright (c) 2021 Revista Espirales http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unila.edu.br/espirales/article/view/2625 Wed, 26 May 2021 00:00:00 -0300 REGIMES POLÍTICOS E RESPOSTAS À COVID-19: https://revistas.unila.edu.br/espirales/article/view/2757 Rodrigo Lins, Gabriel Silva Copyright (c) 2021 Revista Espirales http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unila.edu.br/espirales/article/view/2757 Wed, 26 May 2021 00:00:00 -0300 A GOVERNANÇA REGIONAL SUL-AMERICANA CONTRA A PANDEMIA A PARTIR DA VISÃO DO INTERGOVERNAMENTALISMO LIBERAL https://revistas.unila.edu.br/espirales/article/view/2767 Paula Venancio Cardoso Copyright (c) 2021 Revista Espirales http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unila.edu.br/espirales/article/view/2767 Wed, 26 May 2021 00:00:00 -0300 ENFRENTAMENTO DA COVID-19 EM REGIÃO TRANSFRONTEIRIÇA: https://revistas.unila.edu.br/espirales/article/view/2793 Thiago Augusto Lima Alves Copyright (c) 2021 Revista Espirales http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unila.edu.br/espirales/article/view/2793 Wed, 26 May 2021 00:00:00 -0300 DIPLOMACIA ADOECIDA: https://revistas.unila.edu.br/espirales/article/view/2785 Fernando C. Larios Rodrigues Copyright (c) 2021 Revista Espirales http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unila.edu.br/espirales/article/view/2785 Wed, 26 May 2021 00:00:00 -0300 MULTILATERALISMO E COOPERAÇÃO INTERNACIONAL: https://revistas.unila.edu.br/espirales/article/view/2776 Thiago Augusto Lima Alves, Cristhian Marcelo Gorozabel Pincay Copyright (c) 2021 Revista Espirales http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unila.edu.br/espirales/article/view/2776 Wed, 26 May 2021 00:00:00 -0300 COOPERAÇÃO SANITÁRIA ENTRE CHINA E AMÉRICA LATINA DURANTE A PANDEMIA https://revistas.unila.edu.br/espirales/article/view/2787 Astrid Yanet Aguilera Cazalbón Copyright (c) 2021 Revista Espirales http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unila.edu.br/espirales/article/view/2787 Wed, 26 May 2021 00:00:00 -0300 COVID 19 NA AMAZÔNIA MARAJOARA: https://revistas.unila.edu.br/espirales/article/view/2778 <p>A incidência de casos do COVID-19 exacerbou o processo de vulnerabilização das populações do Arquipélago do Marajó (Pará), onde concentram-se os municípios com menores IDH do Brasil. O texto analisa essa realidade social em sua complexidade histórica, econômica e da saúde coletiva. Tendo como lócus emblemático o município de Breves, constatou-se que a integração de crises (desigualdade social e sanitária) aprofundou os históricos problemas socioeconômicos e constitui as condições objetivas para que Breves, tenha se tornado, em abril de 2020, o epicentro de transmissão e óbitos por COVID-19 no Brasil numa rapidez extraordinária somado ao fato de ser um dos municípios com elevada taxa de extrema pobreza do país.</p> Eunápio Dutra do Carmo Copyright (c) 2021 Revista Espirales http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unila.edu.br/espirales/article/view/2778 Wed, 26 May 2021 00:00:00 -0300 A PANDEMIA NO ALTO SERTÃO PARAIBANO: https://revistas.unila.edu.br/espirales/article/view/2758 Hiago Trindade, Ana Lídia Rocha Alves, Damião Wellington de Sousa Lira, Isabelle Cristina Custódio de Lima, Mateus Matias da Silva Copyright (c) 2021 Revista Espirales http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unila.edu.br/espirales/article/view/2758 Wed, 26 May 2021 00:00:00 -0300 OPINIÃO PÚBLICA EM TEMPOS DE PANDEMIA: https://revistas.unila.edu.br/espirales/article/view/2783 Matheus Leite do Nascimento Copyright (c) 2021 Revista Espirales http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unila.edu.br/espirales/article/view/2783 Wed, 26 May 2021 00:00:00 -0300 ENTRE A POLÍTICA PÚBLICA E A OPOSIÇÃO POLÍTICA: https://revistas.unila.edu.br/espirales/article/view/2744 Cairo Gabriel Borges Junqueira, Maria Rafaela Araújo Alves, Sandrielly Lavinia Andrade Santos Copyright (c) 2021 Revista Espirales http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unila.edu.br/espirales/article/view/2744 Wed, 26 May 2021 00:00:00 -0300 NEGACIONISMO CIENTÍFICO: https://revistas.unila.edu.br/espirales/article/view/2752 <p>Nos dias atuais, é possível perceber que o negacionismo científico está ganhando força, seja nos discursos políticos institucionalizados, seja no cotidiano de muitas famílias, impactadas direta ou indiretamente por tais discursos de ódio encrustados em opiniões e dados falsos. A partir dessa problemática, esse ensaio teve objetivo de produzir reflexões a respeito do negacionismo científico e como o mesmo impacta na ciência e na sociedade brasileira atual. Mediante análise reflexiva por revisão bibliográfica, qualitativa e com viés explicativo, percebeu-se que os autores selecionados demonstram um discurso coeso e focado no ativismo científico e na racionalização das ações governamentais, como mudança de postura e de ideologia no combate à pandemia.</p> Douglas Grzebieluka Copyright (c) 2021 Revista Espirales http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unila.edu.br/espirales/article/view/2752 Wed, 26 May 2021 00:00:00 -0300 O BRASIL E A PANDEMIA DE COVID-19: https://revistas.unila.edu.br/espirales/article/view/2756 <p>O texto propõe reflexões sobre a influência do discurso religioso e mítico no enfrentamento da pandemia do Covid-19 no Brasil com foco nas políticas públicas anti-ciência adotadas e a relação do setor cristão conservador com o governo federal. Pautados na perspectiva dos estudos culturais, procuramos, através de pesquisa em artigos acadêmicos e de jornais, destacar a relação de movimentos religiosos com um pensamento/sentimento político mítico de negacionismo, alimentados pelas notícias falsas sobre do novo corona vírus, que dificultam as medidas de seu controle, como o isolamento social e vacinação em massa como política de Estado no país, que caminha para se tornar o pior no combate a pandemia Covid-19.</p> Julia Lobato Pinto de Moura, Daniela Souza dos Santos Copyright (c) 2021 Revista Espirales http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unila.edu.br/espirales/article/view/2756 Wed, 26 May 2021 00:00:00 -0300 A COVID-19 E A MORTE COMO POLÍTICA DE ESTADO NO BRASIL https://revistas.unila.edu.br/espirales/article/view/2781 Janine Targino, Sara da Silva Freitas Copyright (c) 2021 Revista Espirales http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unila.edu.br/espirales/article/view/2781 Wed, 26 May 2021 00:00:00 -0300