https://revistas.unila.edu.br/litcomparada/issue/feed Frontería - Revista do Programa de Pós-Graduação em Literatura Comparada 2022-04-27T13:49:36-03:00 Débora Cota debora.cota@unila.edu.br Open Journal Systems <h2><em>Frontería</em> - Revista do Programa de Pós-Graduação em Literatura Comparada</h2> <div id="content"> <div id="journalDescription"> <p dir="ltr">A <em>Frontería - </em>Revista do Programa de Pós-Graduação em Literatura Comparada da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA) visa ser um espaço de debate e divulgação de pesquisas comparatistas e de teorias da literatura voltadas ao âmbito latino-americano e caribenho. A revista Frontería publica, semestralmente, artigos inéditos ou tradução de textos críticos e teóricos de real interesse para a área, resenhas bibliográficas e entrevistas. Os textos podem ou não ser agrupados em dossiê temático que concentre discussões contemporâneas de interesse na América Latina e Caribe. </p> <p><span id="docs-internal-guid-32f23eae-7fff-4a66-dd82-c9ea18d85eaa">A revista Frontería está aberta a contribuições de pesquisadores(as) oriundos(as) de instituições nacionais e internacionais, latino-americanos ou não. Seu conteúdo é de acesso livre e os textos submetidos passam por um processo de análise por pares, ou seja, serão lidos por pelo menos dois consultores ad hoc, escolhidos entre especialistas da área.</span></p> <p align="justify">O título <em>Frontería </em>está proposto desde um entendimento da fronteira como contato, expansão, movimento. Ou seja, se refere ao deslocamento de uma acepção que propõe delimitações prévias, fixações, lugares estanques, como prevê Abril Trigo ao sugerir o termo, em seu já conhecido artigo Fronteras de la epistemología: epistemologias de la frontera, (1997). Sendo assim, o título se ajusta ao lugar desde o qual é produzida esta publicação, a região da fronteira entre Brasil, Paraguai e Argentina, especialmente pela necessidade a ele inerente, de constantemente (re)elaborar, discutir, por em questão as fronteiras.</p> <p align="justify">*Gostaríamos de agradecer aos mestrandos do PPGLC pela contribuição à construção da identidade da revista: a Daniela Serna e Libia Castañeda pela criação da imagem do site e a Luciano Dutra Miguel pela proposta de título. </p> <div>ISSN: 2675-9470</div> </div> </div> https://revistas.unila.edu.br/litcomparada/article/view/3483 Formas e efeitos da violência na literatura e no cinema 2022-04-27T10:14:05-03:00 Carlos Henrique Lopes de Almeida carlos.almeida@unila.edu.br Carlos Augusto Nascimento Sarmento-Pantoja augustos@ufpa.br Alberto Del Castillo Troncoso adelcastillo@institutomora.edu.mx <p>Apresentação do dossiê.</p> 2022-04-27T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Debora Cota https://revistas.unila.edu.br/litcomparada/article/view/3341 Inês de Atienza e a representação da mestiçagem feminina em La serpiente sin ojos (2012) 2022-03-28T11:45:49-03:00 Francelina Barreto de Abreu francymes18@gmail.com Carlos Henrique Lopes de Almeida carlos.almeida@unila.edu.br <p><strong>Resumo: </strong>Este artigo tem por objetivo refletir sobre a representação da mestiçagem na obra <em>La serpiente sin ojos </em>(2012) de William Ospina, por meio da descrição da figura feminina no cenário colonial do século XVI. Durante a leitura da narrativa histórica surgiram algumas inquietações quanto ao silenciamento, a subalternidade e o entrelugar em que a mulher mestiça vem sendo representada ao longo do tempo tanto na literatura quanto nos registros históricos da Amazônia e da América Latina como esse espaço geográfico em que estão os países que compõe a região amazônica cenário da narrativa. Considerando o exposto, destacamos a escolha de Ospina em evidenciar em seu romance temas que merecem um olhar mais atento como a mestiçagem na construção histórica e social do continente e suas representações por &nbsp;meio das obras literárias. Inês de Atienza se sobressai na narrativa como esse rastro/ reminiscência que emerge da narrativa e nos permite construir “visões” sobre o discurso histórico, sobre a mulher mestiça e a mestiçagem enquanto inquietação do autor e desta pesquisadora ao ler a narrativa. A metodologia para realização deste estudo é qualitativa de análise de material e como suporte usaremos as contribuições de Coutinho (2000), Spivak (2010), Gagnebin (2006).</p> 2022-04-27T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Francelina Barreto de Abreu https://revistas.unila.edu.br/litcomparada/article/view/3030 Policial, violencia y memoria en Catedrales de Claudia Piñeiro 2022-03-04T13:09:30-03:00 Ana Margarita Barandela ana.garcia@fale.ufal.br <p><strong>Policial, violência e memória em <em>Catedrales</em> de Claudia Piñeiro</strong></p> <p><strong>Resumo: </strong>O artigo propõe analisar o romance <em>Catedrales</em>, da escritora argentina Claudia Piñeiro, como um romance policial que se afasta da estrutura convencional desse gênero narrativo para mostrar uma obra construída de forma coletiva pelas vozes de sete personagens. Dentro dessa estrutura policial, além da violência do crime a solucionar, subjazem, convergem e se sobrepõem outros tipos de violência que terminam apresentando fatos de crueldade. Além disso, no romance, é possível observar a importância da memória em diferentes momentos. Com o objetivo de estudar o gênero policial e a estrutura do mesmo utilizamos principalmente nos trabalhos de Sánchez Zapatero, Reimão e Giardeline; para tratar da violência utilizamos os trabalhos de Seligmann-Silva, Cavarero e Zavala Tapia. Em relação com a representação da memória nos embasamos em Ricoeur, Hosiasson y Assmann. Podemos concluir que, ao utilizar a memória como eixo da estrutura narrativa, Piñeiro cria um novo romance policial com uma estrutura híbrida e complexa que se afasta dos modelos anteriores e convertem a obra em um romance criminal pós-moderno.</p> <p><strong>Palavras-chave</strong>: Romance policial. Violência. Memória</p> 2022-04-27T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Ana Margarita Barandela https://revistas.unila.edu.br/litcomparada/article/view/3014 Os brutos também amam? "Amores Perros" e o cinema mexicano contemporâneo 2022-03-22T14:43:46-03:00 Wellington Fioruci tonfiorucci@hotmail.com <p>Tanto o tema da violência quanto o da marginalização e suas implicações sociais são recorrentes no cinema latino-americano, os quais são abordados a partir de perspectivas diversas, não raro criativas e mesmo subversivas. Este artigo tem como objetivo analisar o filme mexicano <em>Amores Perros</em> (2000), dirigido por Alejandro González Iñárritu e roteirizado por Guillermo Arriaga, ambos pertencentes ao movimento de renovação do cinema mexicano contemporâneo. Para a análise em questão foram utilizadas sobretudo fontes tanto críticas quanto teóricas relativas aos estudos de cinema. Primeiramente, o longa-metragem é contextualizado na produção cinematográfica do México e, na sequência, analisado a partir de sua construção fragmentária e sua relação com os temas da violência, da marginalização social e da morte. A estrutura fragmentada do filme, dividido em três segmentos narrativos, apresenta a realidade de diferentes personagens que se conectam por meio do acaso, um acidente automobilístico. A partir deste acidente, o espectador acompanha a trajetória dos três núcleos diegéticos e o confronto destes com as consequências deste acidente e seus próprios dilemas. Além do argumento muito bem construído, cujo roteiro revela metáforas significativas, destacam-se a montagem, a fotografia e o movimentos de câmera por parte da equipe realizadora.&nbsp;</p> <p>&nbsp;</p> 2022-04-27T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Wellington Fioruci https://revistas.unila.edu.br/litcomparada/article/view/2950 Formas labirínticas tecidas pelo fio de Ariadne 2022-03-22T14:44:32-03:00 Danielle Ferreira Costa danielle.costa@ifma.edu.br <p>Esta análise crítica pretende dar visibilidade à narrativas engajadas politicamente em dar voz aos que acabaram por se afogarem no vórtice de violência provocado por um Estado autoritário: a ditadura civil-militar que se apoderou da República Argentina a partir de 24 de março de 1976. Nesse perspectiva, ganha destaque no corpus deste estudo: as narrativas <em>A casa de Adela</em> e <em>A Hospedaria</em>, ambas pertencentes ao livro <em>Las cosas que perdimos en el fuego</em> (2016), de Mariana Enriquez. Tais narrativas assemelham-se por assumirem um mesmo papel político de impedir que as tensões do presente, fruto desse passado traumático, dissolvam-se na banalidade da violência contemporânea. Portanto, serão abordadas por meio de uma reflexão crítica e apurada, na qual memória, corpo e linguagem se atravessam no tempo presente, revelando novas partículas que carregam a mesma intenção de produzir <em>kátharsis</em> da memória latino-americana dos “anos de chumbo”, tida como um dos nervos da identidade latina, discutida como um problema político latente que ainda pode ser (re)vivido. Para tanto, serão utilizadas as categorias do pensamento como de trauma, de Aleida Assmann, Paisagem, de Michel Collot, Memória, de Paul Ricoeur, de Lembrança, de Beatriz Sarlo, de Identidade em Política, de Walter Mignolo.<span class="Apple-converted-space">&nbsp;</span></p> 2022-04-27T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 DANIELLE FERREIRA COSTA https://revistas.unila.edu.br/litcomparada/article/view/2934 Passeio Noturno e Bacurau: modos de representar a violência latino-americana 2022-03-22T14:42:17-03:00 Murilo Eduardo dos Reis murilo.reis@unesp.br <p>Por ser algo inerente ao cotidiano da América Latina, a violência acaba tornando-se matéria-prima amplamente utilizada pelos artistas dela oriundos. Tendo esse aspecto em vista, o presente artigo tem como tema a representação da violência em duas narrativas ambientadas no Brasil: um conto escrito por Rubem Fonseca e um filme dirigido por Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles. O objetivo é examinar, em uma passagem de cada título, de que maneira os autores elaboram situações de brutalidade em suas respectivas obras, considerando diferenças e semelhanças entre as formas literária e cinematográfica. O <em>corpus</em> é composto pela narrativa breve "Passeio noturno", que faz parte da coletânea <em>Feliz ano novo</em>, de 1976, e pelo longa-metragem <em>Bacurau</em>, de 2019. Dessa maneira, o percurso metodológico se vale da apropriação seletiva de ensaios sobre aspectos narrativos, tanto na literatura quanto no cinema, e a respeito da violência. Assim, tomamos como apoio teórico textos críticos e analíticos de estudiosos como Castor Bartolomé Ruiz (2014), Marilena Chaui (2015), Gérard Genette (2017), Antonio Candido (2011), Stephen Prince (2003) e Ismail Xavier (2019). Ao final, espera-se demonstrar como a utilização de determinados recursos expressivos singulariza situações que, inseridas no cotidiano, perderiam seu impacto, além de serem obras que representam a continuidade de uma brutalidade historicamente ligada à América Latina.</p> 2022-04-27T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Murilo Eduardo dos Reis https://revistas.unila.edu.br/litcomparada/article/view/2925 As marcas da loucura e da violência em “El Pagano” (1989), de Rodrigo Rey Rosa 2022-01-21T17:28:24-03:00 Rodrigo de Freitas Faqueri rodrigofaqueri@hotmail.com <p>Este artigo tem como objetivo analisar o conto “El pagano” (1989), do guatemalteco Rodrigo Rey Rosa a fim de se evidenciar traços de loucura no protagonista, desencadeando atos de violência. Tais elementos utilizados pelo autor ajudam a criar um ambiente pautado no terror psicológico, no absurdo e na (ir)racionalidade. Rey Rosa é conhecido pela ocorrência frequente da violência em suas narrativas. Nesse breve conto, observa-se como o protagonista se utiliza desse traço para se reforçar como indivíduo atuante, com discurso validado e respeitado pela sua família, principalmente pela figura paterna. Para tal estudo, utilizam-se as teorias de Freud (1913), quanto à figura simbólica paterna; de Pelbert (1989), sobre a razão e a loucura, além de teóricos literários que abordem a questão da violência na literatura contemporânea, como Karl Schøllhammer (2013), Werner Mackenbach e Alexandra Ortiz Wallner (2008).</p> 2022-04-27T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Rodrigo de Freitas Faqueri https://revistas.unila.edu.br/litcomparada/article/view/3321 Rastros de resistência dos Munduruku nos séculos XVII e XIX 2022-03-28T11:35:34-03:00 Benjamim da Costa Araújo benjamimca@ufpa.br Ivânia dos Santos Neves ivanian@uol.com.br <p>O presente artigo procura apresentar, refletir e analisar sobre as manifestações – narrativas e comportamentais – de resistência do povo Munduruku pertencentes a região da bacia do tapajós, diante de suas relações de contatos com viajantes, aventureiros, mercadores e de convivência com os missionários religiosos ao longo do processo de aldeamento entre os séculos XVIII e XIX. Se os registros iniciais sobre a etnia Munduruku se deram a partir da atuação dos missionários franciscanos em seu processo de catequização e de civilização destes indígenas, também foi oportuno para que estes "imprimissem" suas perspectivas e cosmologias em narrativas coletadas por alguns destes religiosos diretamente dos Munduruku e/ ou dos relatos de viajantes e aventureiros na região da extensa bacia do Tapajós. Sob a perspectiva do enfoque teórico da Análise do Discurso, de vertente francesa, ancorada em autores como Michel FOUCAULT (2014) e nos estudos de historiadores como Márcio HENRIQUE (2018), José LEOPOLDI (1979), do antropólogo Robert MURPHY (1958) bem como de registros das Missões religiosas na Amazônia e dos relatos de viajantes e estudiosos nesta região, propõe-se verificar e analisar a memória e as práticas discursivas dos diversos atores envolvidos nesta trama, como processo narrativo e a ênfase no comportamento de resistência do povo Munduruku.</p> 2022-04-27T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 BENJAMIM DA COSTA ARAUJO https://revistas.unila.edu.br/litcomparada/article/view/3421 Uma resistência no entre-lugar 2022-03-14T22:40:09-03:00 Israel Silva Soares israelyasmim4@gmail.com <p>O estudo visa perfilar as reações da personagem Amélia, do romance <em>Chove nos Campos de Cachoeira</em>, de Dalcídio Jurandir, frente às fendas ideológicas hegemônicas que se constituíram ao longo do tempo entre o homem branco e a mulher negra. Para tanto, a narrativa centraliza algumas personagens que se apresentam, em particular, com enunciados no <em>entre-lugar</em> que remetem às formações discursivas colonias de inferiorização a partir da cor, contudo, é nesse espaço que, também, encontra-se a figura feminina negra e suas relutâncias frente à estética hegemônica.&nbsp; Para realizar este intento é necessário debruçar à Amélia como mulher negra que fala e dá risos. O primeiro marca o deslocamento de sua subalternidade, o último baliza sua resistência frente aos “acontecimentos enunciativos” que se inscrevem numa formação ideológica. Ademais, a metodologia é traçar a personagem junto a autores que adotam teorias como estratégias de desestabilização e ruptura a ordem estabelecida sobre a alteridade. Dessa forma, os escritores como Homi K. Bhabha, Hugo Achugar, Gayatri Chakravorty Spivak, Frantz Omar Fanon e dentre outros norteiam a posição da personagem em discussão.&nbsp;</p> <p><strong>Palavras-chaves</strong>: Formação ideológica, discurso, inferiorização, mulher negra, resistência.</p> 2022-04-27T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Israel Silva Soares https://revistas.unila.edu.br/litcomparada/article/view/3064 Resenha: A identidade literária de Harriet Beecher Stowe através da leitura de A cabana do pai Tomás 2022-03-22T14:52:31-03:00 Isabel Mendes Gonçalves imendesgonalves@gmail.com <p>Esta resenha propõe-se a discutir a identidade literária da escritora americana Harriet Beecher Stowe em seu livro de maior sucesso A Cabana do Pai Tomás, utilizando-se, para isso, das análises feitas sobre identidade de Ricouer, Ortis e Munanga. Levando-se em consideração critérios como a época de publicação e a ideologia abolicionista declarada pela autora e sua família, levantou-se trechos com expressões que abordam o preconceito para com o negro, e com isso demonstrou-se o estereótipo do mesmo como sendo apenas uma mercadoria, além de descrever toda a segregação racial passada pelos escravos no final do século XIX nos Estados Unidos. Foram destacados também fragmentos que expunham a imagem da sociedade daquela época, que via a necessidade de reformas baseadas na expansão do protestantismo. A autora também descreveu diversos relatos de narrativas de escravos fugitivos. O que ela propunha era, não somente, relatar as dificuldades enfrentadas pelos escravos, mas também denunciar as atrocidades passadas pelos negros em seu país, país esse, que se dizia cristão e um lugar de liberdade. O que se observou foi uma relação entre a identidade da autora e a composição desse romance, uma vez que ao idealizar Tomás, Stowe o identifica não com o um herói, mas sim, como um mártir.</p> 2022-04-27T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Isabel Mendes Gonçalves https://revistas.unila.edu.br/litcomparada/article/view/3082 Resenha: O Nordeste, a dialética da literatura universal e a nova geração de escritores 2022-03-22T14:51:08-03:00 Manuella Bezerra de Melo manuellabmm@gmail.com <p>Brasil, 2021. Torto Arado, publicado em 2019 pela editora Todavia, o primeiro romance escrito e publicado pelo baiano Itamar Vieira Júnior, vence todos os mais importantes prêmios da literatura de língua portuguesa, começando pelo <em>Leya</em>, passando ao <em>Oceanos</em> até o celebrado <em>Jabuti</em>. A realização de Torto Arado é inédita na história da literatura recente. Nenhum romance movimentou tanto o mercado, nem tomou a proporção deste. Entre as notícias mais acessadas pelo público leitor, uma delas, publicada pela muito popular Revista Veja, afirma no seu título que <em>Torto Arado dá novo fôlego ao romance regional</em>. Mas ainda faz sentido debater Regional e Universal na literatura de agora?</p> 2022-04-27T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Manuella Bezerra de Melo https://revistas.unila.edu.br/litcomparada/article/view/3465 Expediente 2022-04-22T17:01:34-03:00 Julia Matias julia_pmatias13@live.com Débora Cota debora.cota@unila.edu.br 2022-04-27T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Julia Matias; Débora Cota