A Democratização da Diplomacia: novos atores na oferta e demanda por serviços diplomáticos

Guilherme Fráguas Nobre

Resumo


A exemplo da democracia direta, tem surgido o que se poderia descrever como a 'diplomacia direta'. Da mesma forma que mais cidadãos querem participar da vida pública, mais atores sociais vem desempenhado funções diplomáticas. A democratização da oferta e da demanda de serviços diplomáticos é uma realidade, e os fóruns das Nações Unidas estão repletos de ONGs, celebridades, corporações etc. Essa efervescência da atividade diplomática não-estatal deve abrir novos horizontes de atuação profissional e novos mercados, a despeito da insistência do Estado em manter o monopólio do status profissional de diplomata. Assim, tem-se praticado a diplomacia social sob rótulos gerais, como consultoria e assessoria, por exemplo, e via profissões conexas, como relações internacionais e comércio exterior.


Palavras-chave


diplomacia social; diplomacia não-estatal; democratização da diplomacia

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