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A TEKOA está abrindo a sua primeira chamada para publicações de trabalhos, a partir do seguinte:

Existências, subsistências e resistências: Estratégias, movimentos e conflitos em tempos pandêmicos

O primeiro dossiê da revista estudantil Tekoa abordará temas e problemáticas referentes à resistência de organizações, grupos e movimentos populares em tempos de pandemia. No cenário atual, em uma situação global atravessada pela pandemia causada pelo Sars-Cov-2, diferentes grupos populares encontram-se frente ao desafio de existir, subsistir e resistir. Deste modo, os trabalhos contidos nesta edição pretendem apresentar e discutir os meios pelos quais os agentes sociais existem, subsistem e resistem, individual e coletivamente. Neste contexto, surgem diversas estratégias e mecanismos de resistência que buscam dar resposta a demandas e realidades diversas dos setores sociais afetados pelos desdobramentos da pandemia. Estes últimos podem estar relacionados a questões sanitárias, fragmentações e rupturas políticas; perdas econômicas e impactos nas subsistências, em uma conjuntura que produz e/ou intensifica diversas fissuras no tecido social. Frequentemente, com poucos recursos à disposição, as práticas populares em lugares e regiões periféricas possivelmente manifestaram-se como respostas auto-organizadas às ausências e ineficiências das autoridades e instituições em amparar e responder às populações neste contexto. Perante o exposto, a revista Tekoa espera receber contribuições através de artigos, ensaios, entrevistas e fontes pertinentes, que encaminhem discussões e debates relevantes sobre estes assuntos tão urgentes em nosso tempo.

Questões sugeridas:

  • Ressignificar os espaços públicos e privados: confinamento e novos marcos de convivência
  • Movimentos sociais e estratégias de luta em tempos de pandemia: novas formas de protesto e mobilização
  •  A sociedade em rede: solidariedade e migração no contexto da pandemia
  • Discursos de ódio: racismo, fundamentalismo religioso, negação e exclusão
  •  Violência e sensibilidades: os corpos em disputa
  • Estado, capitalismo e pandemia: trabalho precário, crise sanitária e humanitária.