Aprendizagem Baseada em Enigmas (ABE) no Ensino de Química

Autores

DOI:

https://doi.org/10.30691/relus.v9.5891

Resumo

O artigo analisa a Aprendizagem Baseada em Enigmas (ABE) como Atividade Inovadora em Química, articulando Didatização Lúdica, Teoria da Carga Cognitiva e Questões Sociocientíficas. Em uma intervenção com 19 licenciandos em Química, organizados em rotação por estações, oito enigmas digitais foram utilizados e avaliados por meio de escala Likert e questões abertas, submetidas à análise temática. Os resultados indicam predominância de concordância (75,4%) em relação à clareza, utilidade das imagens, conexão com QSC e trabalho colaborativo, com alta satisfação geral (média 9,25), além disso, a análise qualitativa revelou seis temas, a citar, Percepção pedagógica, Papel das imagens, Elementos de engajamento, Desafios de interpretação, Aspectos emocionais e Sugestões de aprimoramento. Por fim, concluímos que a ABE favorece engajamento, pensamento crítico e construção de sentido para conceitos químicos, desde que o desenho dos enigmas controle a carga cognitiva e seja continuamente aprimorado a partir do feedback dos estudantes.

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Biografia do Autor

Maria das Graças Cleophas, Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA)

Graduada em Química Industrial pela universidade Federal da Paraíba e licenciada em Química pela mesma Universidade. Mestre em Físico-química pela Universidade Federal da Paraíba. Foi coordenadora do Programa de Iniciação à Docência - PIBID fomentado pela CAPES e contribuiu administrativamente atuando como vice coordenadora do curso de Licenciatura em Ciências da Natureza da Universidade Federal do Vale do São Francisco (UNIVASF). Atualmente é professora da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA). É doutora em Ensino das Ciências, com ênfase no ensino de Química, pela UFRPE. Tem experiência no ensino de Química, atuando principalmente nas seguintes áreas de pesquisa: Problematização para o ensino de Ciências; Instrumentação para o Ensino da Química; História da Química; Desenvolvimento de atividades lúdicas para o ensino e aprendizagem da Química; Inserção de Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) para o ensino de Ciências; Uso de m-learning para o ensino das Ciências; Formação de Professores de Ciências, entre outras.

Eduardo Luiz Dias Cavalcanti, Universidade de Brasília (UnB)

Possui graduação em Licenciatura Em Química pela Universidade Federal de Goiás (2003), mestrado em Química pela Universidade Federal de Goiás (2007) e Doutorado em Química pela Universidade Federal de Goiás (2011).Foi professor da Universidade Federal da Bahia por 5 anos, atuando no Instituto Ciências Ambientais e Desenvolvimento Sustentável, na cidade de Barreiras, lá foi Coordenador de área do PIBID, atuou no Projeto Ciência Móvel - O Caminhão da Ciência e foi coordenador da Olimpíada Baiana de Química. Atualmente é professor adjunto da Universidade de Brasília, coordenador de área do PIBID e coordenador do projeto de extensão Jogos e Atividades Lúdicas no contexto da química forense. Participa do programa de pós-graduação em educação em ciências - PPGEduC da UnB e é professor colaborador do programa de pós-graduação em educação em ciências e matemática da UFPE no campus do Agreste em Caruaru. Possui experiência na área de Ensino de Química, atuando principalmente nos seguintes temas: jogos e atividades lúdicas, experimentação e avaliação e aprendizagem por meio do Lúdico.

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Publicado

23.12.2025

Como Citar

Cleophas, M. das G., & Dias Cavalcanti, E. L. (2025). Aprendizagem Baseada em Enigmas (ABE) no Ensino de Química. Revista Eletrônica Ludus Scientiae, 9, 208–233. https://doi.org/10.30691/relus.v9.5891