Aprendizagem Baseada em Enigmas (ABE) no Ensino de Química
DOI:
https://doi.org/10.30691/relus.v9.5891Resumo
O artigo analisa a Aprendizagem Baseada em Enigmas (ABE) como Atividade Inovadora em Química, articulando Didatização Lúdica, Teoria da Carga Cognitiva e Questões Sociocientíficas. Em uma intervenção com 19 licenciandos em Química, organizados em rotação por estações, oito enigmas digitais foram utilizados e avaliados por meio de escala Likert e questões abertas, submetidas à análise temática. Os resultados indicam predominância de concordância (75,4%) em relação à clareza, utilidade das imagens, conexão com QSC e trabalho colaborativo, com alta satisfação geral (média 9,25), além disso, a análise qualitativa revelou seis temas, a citar, Percepção pedagógica, Papel das imagens, Elementos de engajamento, Desafios de interpretação, Aspectos emocionais e Sugestões de aprimoramento. Por fim, concluímos que a ABE favorece engajamento, pensamento crítico e construção de sentido para conceitos químicos, desde que o desenho dos enigmas controle a carga cognitiva e seja continuamente aprimorado a partir do feedback dos estudantes.
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